Home Data de criação : 09/12/17 Última atualização : 11/10/18 15:31 / 3 Artigos publicados

Carros Elétricos  escrito em quarta 23 dezembro 2009 10:35

Blog de gabriellacorvux :Aquecimento Global, Carros Elétricos

 

Os principais poluentes lançados na atmosfera pelos veículos automotores são provenientes do processo de combustão incompleta, sendo normalmente quantificadas as emissões de monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC), óxidos de nitrogênio (NOx), óxidos de enxofre (SOx) e material particulado.

As principais substâncias emitidas por um motor de carro são:

  • gás nitrogênio (N2) - em sua constituição, o ar tem 78% de gás nitrogênio. Grande parte dessa substância passa pelo motor do veículo;
  • dióxido de carbono (CO2) - é um dos produtos da combustão. O carbono do combustível se une com o oxigênio do ar;
  • vapor de água (H2O) - é outro produto da combustão. O hidrogênio do combustível se une com o oxigênio do ar.
  • monóxido de carbono (CO) - gás venenoso, sem cor e inodoro;
  • hidrocarbonetos ou compostos orgânicos voláteis (VOCs) - produzidos principalmente por combustível não queimado, que evapora. A luz solar quebra os hidrocarbonetos para formar oxidantes. Estes reagem com óxidos de nitrogênio, transformando-se em ozônio (O3), de baixa altitude, um componente importante da poluição do ar ao formar a névoa fotoquímica (smog em inglês);
  • óxidos de nitrogênio (NO e NO2, quando juntos, são chamados de NOx) - contribuem para o smog e para a chuva ácida e causam irritação das mucosas humanas.

Catalisador

Os catalisadores são usados nos escapamentos de automóveis, com a finalidade de diminuir a poluição causada pela emissão de gases nocivos à saúde produzidos no interior do motor do automóvel.

 

 

Há uma forma, de evitar toda essa poluição dos carros movidos a combustão, são os CARROS ELÉTRICOS.

Eles poluem menos do que carros movidos a gasolina, tornando-se uma alternativa ambientalmente saudável, principalmente nas cidades.

 

Como funciona o Carro Elétrico:

 

Um carro elétrico é movido por um motor elétrico, em vez de por um motor a gasolina.

À primeira vista, é difícil saber se um carro é elétrico. Na maioria dos casos, esse tipo de veículo é feito a partir da conversão de um carro a gasolina. Sendo assim, torna-se impossível a identificação. Ao dirigir um carro elétrico, a única diferença perceptível é o fato de ele ser bastante silencioso.

Sob o capô, porém, há muitas diferenças entre os carros a gasolina e os elétricos:

  • O motor a gasolina é substituído por um motor elétrico.
  • O motor elétrico recebe força de um regulador, cuja alimentação é feita por um conjunto de baterias recarregáveis.

Com suas linhas de alimentação, sistemas de escapamento, mangueiras de refrigeração e filtros de ar, o motor à gasolina parece um projeto de encanamento. Já um carro elétrico é um projeto de instalação elétrica.

(Fonte: http://carros.hsw.uol.com.br/carros-eletricos.htm)

 

Os carros elétricos precisam superar dois desafios. Um deles é o preço. Cada modelo custa pelo menos o dobro de um carro a combustão. O outro é a autonomia. Para rodar de 100 a 200 quilômetros, é preciso carregar a bateria durante 7 a 8 horas na tomada. Não dá para fazer uma viagem sem escalas do Rio de Janeiro a São Paulo (429 quilômetros). A primeira estratégia é aceitar o limite de autonomia e trabalhar com modelos tipicamente urbanos: baratos, pequenos e práticos.

(Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI102109-15224,00-CARRO+ELETRICO+VOCE+AINDA+VAI+TER+UM.html)

 

Apesar de todaa as dificuldades de se obter um carro elétrico, não é impossível adquirir um, 10% dos veículos novos vendidos no mundo em 2020 serão movidos a bateria afirma Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan.

 

 

 

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Energias Renováveis  escrito em sexta 18 dezembro 2009 12:06

 

 

Falamos no artigo anterior sobre as conseqüências do aquecimento global. Agora irei falar sobre as medidas que podem ser tomadas para solucionar o aquecimento em nosso planeta.

 

Energia Renovável.

 

 “A energia renovável é aquela que é obtida de fontes naturais capazes de se regenerar, e, portanto virtualmente inesgotáveis, ao contrário dos recursos não-renováveis. São conhecidas pela imensa quantidade de energia que contêm, e porque são capazes de se regenerar por meios naturais.”

(Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_renov%C3%A1vel)

 

Energia Não-Renovável.

Os combustíveis fósseis são fontes não-renováveis de energia. Não é possível repor o que gastamos. Em algum momento vão acabar e podem ser necessários milhões de anos de evolução semelhante para poder contar novamente com eles. São aqueles cujas reservas são limitadas e estão sendo devastadas com a utilização. As principais são as energias nucleares e os combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão).

 Uma das formas para solucionar o problema é diminuir ou eliminar o uso de combustíveis não renováveis, como a gasolina, o diesel e a querosene. O mais poluente deles é o Diesel. Nele contém metais pesados altamente nocivos, eles se acumulam no organismo humano e, depois de alguns anos, chegam a causar até mesmo males neurológicos. Estudos revelaram que as dioxinas presentes no diesel são responsáveis por provocar as fortes dores de cabeça, distúrbios hormonais e câncer no aparelho respiratório. A própria fuligem desse combustível serve como um facilitador para as alergias nas vias aéreas.

 

Exemplos de algumas formas de energias renováveis:

 Energia Solar – Praticamente inesgotável, a energia solar pode ser usada para a produção de eletricidade através de painéis solares e células fotovoltaicas. No Brasil, a quantida

de de sol abundante durante quase todo o ano estimula o uso deste recurso.

Existem duas formas de utilizar a energia solar: ativa e passiva. O método ativo se baseia em transformar os raios solares em outras formas de energia (térmica ou elétrica) enquanto o passivo é utilizado para o aquecimento de edifícios ou prédios, através de concepções e estratégias construtivas.

Energia Eólica - A energia eólica é  a energia gerada pelo vento. Utilizada há anos sob a forma de moinhos de vento, pode ser canalizada pelas modernas turbinas eólicas ou pelo tradicional cata-vento. Os especialistas explicam que no Brasil há ventos favoráveis para a ampliação dos instrumentos eólicos.

A energia cinética, resultante do deslocamento das massas de ar, pode ser transformada em energia mecânica ou elétrica. Para a produção de energia elétrica em grande escala, só são interessantes regiões que tenham ventos com velocidade média de 6 m/seg ou superior. 

nergia Hídrica - A energia hídrica é aquela que utiliza a força cinética das águas de um rio e a converte em energia elétrica, com a rotação de uma turbina hidráulica.

À exceção das grandes indústrias hidrelétricas, que atendem ao vasto mercado, há também a aplicação da energia hídrica no campo através de pequenas centrais hidrelétricas (PCHI), baseadas em rios de pequeno porte. A região Centro-sul do país é especialmente propícia ao uso desse tipo de recurso.

Biomassa: Há três classes de biomassa: a biomassa sólida, líquida e gasosa.

A biomassa sólida tem como fonte os produtos e resíduos da agricultura (incluindo substâncias vegetais e animais), os resíduos das florestas e a fração biodegradável dos resíduos industriais e urbanos.

A biomassa líquida existe em uma série de biocombustíveis líquidos com potencial de utilização, todos com origem nas chamadas "culturas energéticas". É exemplo o biodiesel, obtido a partir de óleos de colza ou girassol; o etanol, produzido com a fermentação de hidratos de carbono (açúcar, amido, celulose); e o metanol, gerado pela síntese do gás natural.

Já a biomassa gasosa é encontrada nos efluentes agropecuários provenientes da agroindústria e do meio urbano. É achada também nos aterros de RSU (resíduos sólidos urbanos). Estes resíduos são resultados da degradação biológica anaeróbia da matéria orgânica, e são constituídos por uma mistura de metano e gás carbônico. Esses materiais são submetidos à combustão para a geração de energia.

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Consequências do Aquecimento Global  escrito em quinta 17 dezembro 2009 13:43

Blog de gabriellacorvux :Aquecimento Global, Consequências do Aquecimento Global

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A minha intenção é informar os efeitos devastadores que nós estamos fazendo com nosso planeta.

Se nós prestarmos atenção, perceberemos que nas manhãs, logo que acordamos o clima já está quente, que chove em épocas que não deveria, faz frio no verão e não sabemos mais em qual estação estamos.

Esses acontecimentos não estão acontecendo apenas no Brasil, e sim no mundo todo. O Planeta Terra está com FEBRE e se não fizermos nada para mudar isso, as conseqüências serão irreversíveis.

Com o aumento do nível da temperatura do planeta, o nível do mar está subindo em conseqüência do derretimento das calotas polares. Futuramente várias cidades litorâneas ficaram debaixo d´água.

O aumento da temperatura provoca a morte de varias espécies de animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Cerca de 30% das espécies do planeta enfrentam um risco crescente de desaparecerem se a temperatura global aumentar 2ºC acima da média comparada a dos anos 1980 e 1990.

 

Manifestação feita pelo Greenpeace.

 

SAÚDE.

A temperatura mais alta, associada à maior umidade, como acontece nas florestas tropicais, aumenta muito o número dos animais que transmitem os microorganismos que causam as doenças. A Amazônia tem uma enorme quantidade e variedade de moscas, mosquitos, carrapatos, percevejos, piolhos e outros insetos, o que não se constata em climas mais temperados. O Aedes Egypti, o mosquito que transmite o dengue, por exemplo, sobrevive apenas em uma faixa que vai do sudeste do Brasil ao norte do México. Se a temperatura terrestre aumenta, o mosquito se espalha geograficamente para além dessa faixa, invadindo outras regiões onde ele nunca tinha sido observado. A temperatura maior também parece favorecer uma reprodução mais rápida dos microorganismos. Por exemplo, o Plasmodium vivax, causador da malária, diminui o seu ciclo esporogônico em mais de 10 dias, se a temperatura aumentar apenas 2 graus C.

O problema é muito sério. As doenças infecciosas causam 17 das 52 milhões de mortes por ano. Um aumento de apenas 20 a 30 % na zona de distribuição da malária, por exemplo, seria uma catástrofe de proporções gigantescas. Atualmente a malária já afeta mais de 120 milhões de pessoas no mundo, ou 5 % da população, matando quase dois milhões de pessoas por ano.

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